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Dock de Logs

O separador Logs do dock inferior agrega os logs de todos os micros do cenário em direto. É o coração do dock: o que veria em vários terminais, num só sítio.

  • Por micro — um, vários ou todos. (As fontes do sistema também valem: engine, mock, docker.)
  • Por nível — Todos, Info+, Warn+ ou só Error.
  • Procurar — a lupa filtra por texto dentro do que é mostrado.

Os filtros combinam-se.

Seguir mantém o deslocamento automático colado à última linha. Pode fixar que esteja ativo por predefinição ao iniciar um cenário em Definições → Comportamento.

Pausar congela a vista sem perder nada: as linhas continuam a chegar e, enquanto dura a pausa, um chip junto ao contador diz quantas novas há. Ao retomar —com o mesmo botão ou clicando no chip— aparecem todas no seu lugar. Com micros escolhidos no filtro pausam-se só esses e o resto continua; sem filtro pausa-se a consola inteira. O que fica retido conta para o limite de linhas da vista: se uma pausa longa o ultrapassar, o mais antigo sai da vista mas continua no log completo.

  • Copiar as linhas selecionadas para a área de transferência.
  • Ver com formato — as linhas que levam dentro um corpo JSON ou XML mostram uma lupa ao passar por cima: abre-o num visor grande, indentado e colorido, com a opção de o ver tal como chegou e de o copiar. Só aparece nessas linhas; nas restantes não haveria nada para formatar.
  • Limpar da vista os logs (do micro selecionado ou de todos); não apaga o ficheiro, por isso o relatório exportado e o aseptic logs do CLI continuam a ver tudo.
  • Abrir log completo — o ficheiro da sessão, que conserva todo o conteúdo (a vista só mantém em memória um limite de linhas, configurável nas Definições).

aseptic logs [micro] [-f] [-n N] [--errors] [-g padrão]. Sem motor ativo continua a funcionar sobre o session.log persistido: os logs continuam lá depois de algo cair. Ver Depurar um micro que não arranca.